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Arquitetos de família ou quando a arquitetura chega a quem precisa

Histórico de  workshops

Avaliação e distinções

Conheça as dissertações de mestrado realizadas no seguimento do workshop!

Arquitectura para o maior número. Uma estrutura de proximidade para o caso específico das ilhas do Porto.

Habitat Evolutivo: Estratégia de intervenção para as "ilhas" do Porto.

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Paula Reis

Entre conhecer, fazer e transformar A reabilitação das ilhas do Porto como mecanismo para a aprendizagem colectiva.

Sara Oliveira

Fique a conhecer a 4ª edição deste workshop.

 

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1ª Edição do Workshop Arquitetos de Família

A primeira edição do “Arquitectos de Família” foi uma experiência piloto, não divulgada, para testar a viabilidade do modelo de workshop.
Neste projeto, que começou em 2018 e durou pouco mais de um mês, cinco estudantes finalistas da FAUP debruçaram-se sobre um caso real – três casas desabitadas numa ilha no Bonfim (destinadas a famílias com rendimentos muito baixos) com um pátio comum.
 
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Caracterização do caso

Uma ilha com três casas desabitadas e um pátio comum impermeabilizado

As três casas que iam ser alvo de intervenções tinham uma área média útil de 26,4m2 e quatro divisões. O alçado original já tinha vários acrescentos que colmatavam a necessidade de obter mais espaço e de incorporar valências básicas (sobretudo casas de banho) no interior.

Quanto ao espaço exterior, o que em tempos foi pátio de usufruto comum, era agora usado como estendal e arrumo comunitário, totalmente pavimentado e impermeabilizado.

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Problemas identificados

Falta de iluminação e de ventilação natural, escassez de área interior, exterior impermeabilizado

A excessiva compartimentação em casas com uma única frente dificultava a ventilação natural, impedia uma passagem mais oportuna da luz solar disponível e determinava compartimentos de área muito reduzida.

A impermeabilização total do pátio comum ameaçava o ecossistema que suporta a vida urbana.

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Soluções encontradas

Reduzir a tipologia, garantir casa de banho interior, utilizar pavimentos permeáveis no exterior

O desafio foi optimizar o alçado e garantir o maior aproveitamento possível do espaço, sem sacrificar a iluminação e ventilação naturais.

Uma vez que área disponível por casa é inferior ao mínimo estipulado para um T0 (31m2 segundo o RGEU), restringiu-se a tipologia das habitações ao suficiente para albergar, no máximo, duas pessoas, de maneira a garantir as condições mínimas de habitabilidade.

A proposta de intervenção pressupõe passar de 4 compartimentos interiores e 1 casa de banho exterior para 3 compartimentos, incluindo WC privativo. Aproveitaram-se as marquises existentes, ampliando o módulo original de casa de banho de modo a incluir o equipamento completo. O negativo dessa ampliação conforma um espaço de entrada, exterior mas coberto, que pode ainda ser usado para secagem de roupa. O módulo central de cozinha e arrumação faz a separação entre a zona de dia – na frente – e a zona de noite – no interior –, e garante a passagem de luz natural para o quarto.

Quanto ao espaço exterior, propôs-se a criação de canteiros individuais que proporcionem novos usos do espaço interior, bem como o uso de pavimentos permeáveis, para minimizar o impacto negativo no ecossistema que suporta a vida urbana.

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Execução da obra

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Aprofundamento da reflexão

Desenvolver investigações aplicadas ao caso de estudo em contexto de dissertação de mestrado

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Depois de terminado o workshop, os alunos envolvidos conduziram uma experiência pioneira na FAUP, tendo produzido quatro dissertações de mestrado complementares, cada uma sobre diferentes aspectos do workshop e dos seus resultados.

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Prémio Cidadania Activa da Universidade do Porto

Reconhecimento do projeto

Esta experiência foi galardoada na sexta edição do Prémio Cidadania Activa, atribuído pela Universidade do Porto, na categoria Vertente Pedagógica.

 
 

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2ª Edição do Workshop Arquitetos de Família

A primeira edição do “Arquitectos de Família” foi uma experiência piloto, não divulgada, para testar a viabilidade do modelo de workshop.
Neste projeto, que começou em 2018 e durou pouco mais de um mês, cinco estudantes finalistas da FAUP debruçaram-se sobre um caso real – três casas desabitadas numa ilha no Bonfim (destinadas a famílias com rendimentos muito baixos) com um pátio comum.